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SÓ UM PECADOR PDF Imprimir E-mail
Escrito por JCM Admin   
Seg, 29 de Setembro de 2014 16:05

Ao perguntarem a um célebre cientista, autor de grandes descobertas, o que, dentre tantos achados e invenções, ele havia encontrado de mais importante, sem hesitar, aquele homem respondeu, para espanto geral: “Que sou um grande pecador, e Jesus, um grande Salvador!”

De fato, essa é a maior descoberta que um homem pode fazer! Desventurados somos quando perdemos o sentimento de consciência da miséria em que estávamos antes de nos achegarmos a Cristo, e da nova esfera em que Ele nos introduziu desde as nossas encruzilhadas até ao banquete do Rei (Mateus 22:8-10).

Quando enxergarmos isso, por completo, nascerá um forte desejo de tal graça a todos falar!

Última atualização em Seg, 29 de Setembro de 2014 16:19
 
As duas alianças - dois ministérios PDF Imprimir E-mail
Escrito por JCM Admin   
Qua, 07 de Maio de 2014 18:30

Em 2 Coríntios 3 Paulo apresenta duas alianças, dois ministérios. Na antiga aliança, a confiança estava no homem; mas, na nova, a confiança é em Deus. Na antiga aliança chamada de ministério da letra, quando surgia uma dificuldade, já se pensava em uma maneira de resolvê-la. No ministério da nova aliança, que é do Espírito, sabemos que não somos nem capazes de pensar alguma coisa, por isso oramos. O ministério da letra parte do homem, mas o do Espírito parte de Deus.

No ministério da antiga aliança há o conhecimento da letra, adquirido pelo estudo e pela capacidade humana de compreender o certo e o errado. Mas, no ministério da nova aliança, a ênfase é a unção que produz vida. No ministério da letra podemos falar tudo certo, mas as palavras não suprem vida. No ministério do espírito é até possível que não tenhamos muita eloquência, mas cada palavra tem unção, tem vida.  No ministério do Espírito, todo aquele que tem o Espírito, tem vida, e cada palavra que profere sai cheia da unção e leva vida às pessoas, pois é o Espírito que dá vida. Somos ministros da nova aliança porque Deus nos escolheu e capacitou.

O ministério da letra gera orgulho e desprezo por outros; mas o do Espírito gera amor e justiça. O ministério da letra exige; o do Espírito supre e capacita. O ministério da letra é o ministério da morte; o ministério do Espírito é que da vida. O ministério da letra é escrito com letras em tábuas de pedra e tem glória que desvanece; o ministério do Espírito é escrito com Espírito no coração e sua glória é permanente. O ministério da letra trás condenação; o do Espírito produz justiça, isto é, nos leva a fazer o que Deus determinou.

Podemos usar a palavra de Deus para condenar e exigir de outros ou podemos tomá-la para dar vida a outros.

Nestes tempos finais, Deus necessita de ministros da nova aliança; que supram Espírito e vida para as pessoas. Para exercer tal incumbência, precisamos estar dispostos a morrer para nós mesmos, para nossas opiniões, a fim de que outros ganhem a vida de Deus (2 Co 4:10-12). Se tivermos essa atitude teremos algo que faz diferença: o amor a Deus aos homens. Esse é o caminho da nova aliança, o caminho que Deus nos tem dado hoje.

Última atualização em Qua, 07 de Maio de 2014 18:43
 
Viva Esperança PDF Imprimir E-mail
Escrito por JCM Admin   
Ter, 28 de Maio de 2013 09:02

Fomos regenerados para uma viva esperança. Temos hoje a vida divina, e, com essa vida, temos uma viva esperança de que, mesmo tendo uma nossa forte vida da alma, aparentemente sem cura, se aplicarmos o segredo de Pedro, de negar a vida da alma através do fogo que há no Espírito, ela será efetivamente eliminada, dando espaço em nós para a vida de Deus crescer e nos fazer amadurecer, tornando-nos no ouro transparente que é o material para a edificação da Nova Jerusalém. Resultado: Seremos coroados de glória e honra (Hb 2:7) e receberemos o louvor, a glória e a honra na revelação de nosso Senhor Jesus Cristo (1 Pe 1:7)

 
Como Jesus era PDF Imprimir E-mail
Escrito por JCM Admin   
Sex, 01 de Março de 2013 17:39

Quando o Senhor estava na terra, Ele possuía uma característica particular: Ele colocou de lado Suas próprias necessidades. O que nosso Senhor não fez é mais maravilhoso e significativo do que o que Ele fez. Quando Ele tinha fome, Ele não transformava as pedras em pães. Quando Ele foi levado pelo inimigo, Ele não pediu para que o Pai O protegesse com doze legiões de anjos. O Seu coração não estava ocupado com Suas questões pessoais. Ele nunca se preocupou com Suas questões pessoais de forma que Ele não pudesse compadecer-Se com os outros.
Muitas vezes quando temos nossos próprios fardos e sofrimentos, nós não temos sentimentos pelos sofrimentos dos outros. Mas essa não era a maneira do Senhor. Se Ele tivesse se preocupado apenas com o sofrimento que estava prestes a experimentar na cruz, Ele teria ficado diariamente ocupado com Seu próprio sofrimento. Ele não poderia Ter-se compadecido com os outros. Se Ele tivesse pensado todo o tempo sobre Seu sofrimento - o qual era o maior e o mais duro de todos os sofrimentos - Ele não teria sido capaz de se preocupar e ajudar os outros.
Mas o Senhor vivia como se nada fosse acontecer. Quando Ele encontrava os doentes, Ele os curava. Quando Ele encontrava os pobres, Ele pregava o evangelho a eles. Ele agia como se nada fosse acontecer. Ele era completamente compassivo para como os outros. Toda vez que Ele Se compadecia com os outros, Seu coração era como um pedaço de papel em branco no qual qualquer letra ou desenho poderia ser escrito. Louvado seja o Senhor que Seu coração estava completamente vazio e reservado para os outros.

 
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