Login




feed-image Feed Entries
Home
Bem-vindo ao site da igreja em São Carlos
As duas alianças - dois ministérios PDF Imprimir E-mail
Escrito por JCM Admin   
Qua, 07 de Maio de 2014 18:30

Em 2 Coríntios 3 Paulo apresenta duas alianças, dois ministérios. Na antiga aliança, a confiança estava no homem; mas, na nova, a confiança é em Deus. Na antiga aliança chamada de ministério da letra, quando surgia uma dificuldade, já se pensava em uma maneira de resolvê-la. No ministério da nova aliança, que é do Espírito, sabemos que não somos nem capazes de pensar alguma coisa, por isso oramos. O ministério da letra parte do homem, mas o do Espírito parte de Deus.

No ministério da antiga aliança há o conhecimento da letra, adquirido pelo estudo e pela capacidade humana de compreender o certo e o errado. Mas, no ministério da nova aliança, a ênfase é a unção que produz vida. No ministério da letra podemos falar tudo certo, mas as palavras não suprem vida. No ministério do espírito é até possível que não tenhamos muita eloquência, mas cada palavra tem unção, tem vida.  No ministério do Espírito, todo aquele que tem o Espírito, tem vida, e cada palavra que profere sai cheia da unção e leva vida às pessoas, pois é o Espírito que dá vida. Somos ministros da nova aliança porque Deus nos escolheu e capacitou.

O ministério da letra gera orgulho e desprezo por outros; mas o do Espírito gera amor e justiça. O ministério da letra exige; o do Espírito supre e capacita. O ministério da letra é o ministério da morte; o ministério do Espírito é que da vida. O ministério da letra é escrito com letras em tábuas de pedra e tem glória que desvanece; o ministério do Espírito é escrito com Espírito no coração e sua glória é permanente. O ministério da letra trás condenação; o do Espírito produz justiça, isto é, nos leva a fazer o que Deus determinou.

Podemos usar a palavra de Deus para condenar e exigir de outros ou podemos tomá-la para dar vida a outros.

Nestes tempos finais, Deus necessita de ministros da nova aliança; que supram Espírito e vida para as pessoas. Para exercer tal incumbência, precisamos estar dispostos a morrer para nós mesmos, para nossas opiniões, a fim de que outros ganhem a vida de Deus (2 Co 4:10-12). Se tivermos essa atitude teremos algo que faz diferença: o amor a Deus aos homens. Esse é o caminho da nova aliança, o caminho que Deus nos tem dado hoje.

Última atualização em Qua, 07 de Maio de 2014 18:43
 
Viva Esperança PDF Imprimir E-mail
Escrito por JCM Admin   
Ter, 28 de Maio de 2013 09:02

Fomos regenerados para uma viva esperança. Temos hoje a vida divina, e, com essa vida, temos uma viva esperança de que, mesmo tendo uma nossa forte vida da alma, aparentemente sem cura, se aplicarmos o segredo de Pedro, de negar a vida da alma através do fogo que há no Espírito, ela será efetivamente eliminada, dando espaço em nós para a vida de Deus crescer e nos fazer amadurecer, tornando-nos no ouro transparente que é o material para a edificação da Nova Jerusalém. Resultado: Seremos coroados de glória e honra (Hb 2:7) e receberemos o louvor, a glória e a honra na revelação de nosso Senhor Jesus Cristo (1 Pe 1:7)

 
Como Jesus era PDF Imprimir E-mail
Escrito por JCM Admin   
Sex, 01 de Março de 2013 17:39

Quando o Senhor estava na terra, Ele possuía uma característica particular: Ele colocou de lado Suas próprias necessidades. O que nosso Senhor não fez é mais maravilhoso e significativo do que o que Ele fez. Quando Ele tinha fome, Ele não transformava as pedras em pães. Quando Ele foi levado pelo inimigo, Ele não pediu para que o Pai O protegesse com doze legiões de anjos. O Seu coração não estava ocupado com Suas questões pessoais. Ele nunca se preocupou com Suas questões pessoais de forma que Ele não pudesse compadecer-Se com os outros.
Muitas vezes quando temos nossos próprios fardos e sofrimentos, nós não temos sentimentos pelos sofrimentos dos outros. Mas essa não era a maneira do Senhor. Se Ele tivesse se preocupado apenas com o sofrimento que estava prestes a experimentar na cruz, Ele teria ficado diariamente ocupado com Seu próprio sofrimento. Ele não poderia Ter-se compadecido com os outros. Se Ele tivesse pensado todo o tempo sobre Seu sofrimento - o qual era o maior e o mais duro de todos os sofrimentos - Ele não teria sido capaz de se preocupar e ajudar os outros.
Mas o Senhor vivia como se nada fosse acontecer. Quando Ele encontrava os doentes, Ele os curava. Quando Ele encontrava os pobres, Ele pregava o evangelho a eles. Ele agia como se nada fosse acontecer. Ele era completamente compassivo para como os outros. Toda vez que Ele Se compadecia com os outros, Seu coração era como um pedaço de papel em branco no qual qualquer letra ou desenho poderia ser escrito. Louvado seja o Senhor que Seu coração estava completamente vazio e reservado para os outros.

 
Escolhas PDF Imprimir E-mail
Escrito por JCM Admin   
Ter, 10 de Janeiro de 2012 09:54

Nossa vida é cheia de escolhas. Cada uma delas define um destino diferente. Errar nessa hora pode ser fatal. Por isso devemos pedir orientação dos céus, para que sejamos iluminados e nossa escolha acertada.

Uma vez no caminho certo ainda precisamos tomar vários cuidados e prestar atenção, pois nenhum caminho de vida é sempre reto. Lembro-me do verso 8, do evangelho de João capítulo 3, que diz que “O vento sopra onde quer, ouves a sua voz, mas não sabe donde vem nem para onde vai; assim é todo o que é nascido do Espírito”. Se já nascemos do Espírito, e queremos ser guiados pelo Espírito, precisamos saber para onde ele vai.

Se deveríamos ter feito uma determinada curva e não a fizemos, precisamos pegar o próximo retorno a fim de voltar à rota correta. Na vida espiritual isso é chamado de arrependimento. Arrepender-se é deixar seu próprio caminho para seguir o caminho do Espírito. Quando nos arrependemos, damos a nós mesmos a oportunidade de sermos guiados novamente pelo Espírito.

No velho testamento, em Deuteronômio 30:19, Deus faz uma proposta ao Seu povo: “... te propus a vida e a morte, a benção e a maldição; escolhe, pois, a vida...”. Deus não ignora que existem caminhos maus, que resultam em morte, mas Ele sempre nos propõe “a vida”. A vida está Nele. A vida é a luz para os homens.

Desejamos a vida, desejamos Deus, desejamos ser usados por Deus para levar esta vida para outras pessoas. Até isto podemos escolher. Veja os exemplos de pessoas que foram usadas por Deus de modos diferentes. Podemos escolher ser um ou outro. O que você deseja?

  • Abimeleque (que praticamente expulsou Abraão do Gerar) ou Abraão (que se tornou o pai da fé)?
  • Labão (que explorou e enganou a Jacó várias vezes, durantes 20 anos) ou Jacó (que foi transformado por Deus)?
  • Os 11 irmãos de José (que o venderam à caravana de mercadores) ou José (que governou o Egito)?
  • Faraó (que teve o coração endurecido por Deus) ou Moisés (que libertou o povo de Deus que estava sob escravidão)?
  • Saul (que queria matar o homem que era segundo o coração de Deus) ou Davi (que era o homem segundo o coração de Deus)?

Estes são apenas alguns exemplos. Não temos a pretensão de fazer um estudo de casos, mas apenas despertar seu espírito para ver que nós, seres humanos, temos um convite celestial: servir a Deus, segundo Seu propósito e agradar Seu coração. Escolha o caminho da vida. Escolha a benção. Escolha a Deus!

 
« InícioAnterior12345PróximoFim »

Página 1 de 5

Enquete

Qual é o objetivo de vida que um cristão deve ter?
 

Visitantes Online

Nós temos 3 visitantes online

Joomla!. XHTML and CSS.